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WAGNER SANCHES
23 de fev. de 2024
In Fórum de pets
Olá, pessoal. Sou um aquarista marinho fascinado pelos corais, esses animais incríveis que formam os recifes de coral, os ecossistemas mais ricos e diversificados do planeta. Hoje eu quero compartilhar com vocês algumas informações e dicas sobre um dos aspectos mais importantes para o sucesso no cultivo de corais: a alimentação. A alimentação é essencial para os corais, pois influencia na sua saúde, crescimento, cor e reprodução. Mas como os corais se alimentam? É realmente necessário alimentá-los? Como alimentá-los? Quais são os tipos e os melhores alimentos para os corais? Como manter o coral saudável? Quais são os cuidados ao alimentar os corais marinhos? Neste artigo, eu vou responder a essas e outras perguntas, e mostrar como você pode oferecer uma alimentação adequada e balanceada para os seus corais. Vamos lá? Como os corais se alimentam? Os corais são animais que não têm a capacidade de sintetizar seus próprios nutrientes. Por isso, eles devem se alimentar de outros seres vivos, como peixes pequenos, ou das substâncias produzidas por eles, como é o caso dos corais associados às zooxantelas. As zooxantelas são algas unicelulares que vivem dentro dos tecidos dos corais e realizam fotossíntese, fornecendo nutrientes e oxigênio para os corais. Essa relação é chamada de simbiose, e é muito importante para a sobrevivência dos corais em locais com pouca oferta de alimentos. Mas as zooxantelas não são a única fonte de alimento para os corais. Os corais também se alimentam de plâncton, que é o conjunto de organismos microscópicos que flutuam na água, como algas, bactérias, protozoários, crustáceos e larvas de peixes. O plâncton é rico em proteínas, carboidratos, lipídios e minerais, e é essencial para o crescimento e a cor dos corais. Mas como os corais capturam o plâncton? Os corais possuem tentáculos que contêm células urticantes chamadas nematocistos, que são usadas para capturar presas. Os nematocistos disparam quando um organismo toca os tentáculos do coral, prendendo-o e injetando uma toxina para imobilizá-lo. Depois de capturar a presa, o coral usa seus tentáculos para levar o alimento até a sua boca, localizada no centro do pólipo. O pólipo é a unidade básica do coral, que se reproduz assexuadamente e forma colônias. É realmente necessário alimentar os corais? A resposta é: depende. Alguns corais são mais dependentes das zooxantelas, e conseguem obter a maior parte dos nutrientes que precisam por meio da fotossíntese. Esses corais são chamados de autotróficos, e geralmente são os corais duros, como os SPS (Small Polyp Stony) e os LPS (Large Polyp Stony). Esses corais podem sobreviver sem uma alimentação suplementar, desde que tenham uma iluminação adequada e uma água de boa qualidade. Outros corais são mais dependentes do plâncton, e precisam de uma alimentação suplementar para complementar os nutrientes que recebem das zooxantelas. Esses corais são chamados de heterotróficos, e geralmente são os corais moles, como os zoantídeos, os discosomas e os xenias. Esses corais se beneficiam de uma alimentação regular, que pode acelerar o seu crescimento e melhorar a sua cor. Portanto, a necessidade de alimentar os corais depende do tipo de coral que você tem no seu aquário, e da disponibilidade de alimento que ele encontra no ambiente. Se você tem corais autotróficos, você pode alimentá-los ocasionalmente, ou nem alimentá-los, se eles estiverem saudáveis e bonitos. Se você tem corais heterotróficos, você deve alimentá-los frequentemente, ou pelo menos uma vez por semana, para garantir o seu bem-estar. Como alimentar os corais? A forma de alimentar os corais depende do tipo de alimento que você vai oferecer. Existem vários tipos de alimentos para corais, que podem ser divididos em duas categorias: alimentos naturais e alimentos artificiais. Os alimentos naturais são aqueles que são encontrados na natureza, e que fazem parte da dieta natural dos corais. Alguns exemplos de alimentos naturais são: • Artêmia: são pequenos crustáceos que vivem em água salgada, e que são ricos em proteínas e lipídios. A artêmia pode ser comprada viva, congelada ou liofilizada, e deve ser hidratada antes de ser oferecida aos corais. • Rotíferos: são micro-organismos aquáticos que se alimentam de algas e bactérias, e que são ricos em proteínas e carboidratos. Os rotíferos podem ser comprados vivos ou congelados, e devem ser enxaguados antes de ser oferecidos aos corais. • Copépodes: são pequenos crustáceos que vivem em água doce ou salgada, e que são ricos em proteínas e lipídios. Os copépodes podem ser comprados vivos ou congelados, e devem ser enxaguados antes de ser oferecidos aos corais. • Fitoplâncton: são algas microscópicas que realizam fotossíntese, e que são ricas em carboidratos e minerais. O fitoplâncton pode ser comprado vivo, congelado ou liofilizado, e deve ser hidratado antes de ser oferecido aos corais. Os alimentos artificiais são aqueles que são produzidos industrialmente, e que contêm ingredientes selecionados para atender às necessidades nutricionais dos corais. Alguns exemplos de alimentos artificiais são: • Pó de coral: é um produto em pó que contém plâncton, algas, vitaminas e minerais, e que é formulado para alimentar todos os tipos de corais. O pó de coral deve ser misturado com água do próprio aquário antes de ser oferecido aos corais. • Pellets de coral: são pequenas bolinhas que contêm plâncton, algas, vitaminas e minerais, e que são formuladas para alimentar corais de pólipos grandes, como os LPS. Os pellets de coral devem ser hidratados antes de ser oferecidos aos corais. • Gel de coral: é um produto em gel que contém plâncton, algas, vitaminas e minerais, e que é formulado para alimentar corais de pólipos pequenos, como os SPS. O gel de coral deve ser aplicado diretamente sobre os corais. Para alimentar os corais, você deve seguir alguns passos: • Escolha o tipo de alimento adequado para o seu coral, de acordo com o seu tamanho, preferência e necessidade. • Prepare o alimento de acordo com as instruções do fabricante, ou do fornecedor, se for um alimento natural. • Desligue o skimmer e as bombas de circulação do seu aquário, para evitar que o alimento seja disperso ou removido da água. • Use uma seringa ou uma pipeta para aplicar o alimento diretamente sobre os corais, ou próximo a eles, se forem corais que se alimentam por filtração. • Observe a reação dos corais, que devem estender os seus tentáculos e capturar o alimento. Se os corais não reagirem, pode ser que eles não estejam com fome, ou que o alimento não seja do seu agrado. • Aguarde cerca de 30 minutos, e ligue novamente o skimmer e as bombas de circulação, para restabelecer a qualidade da água. Quais são os tipos e os melhores alimentos para os corais? Os tipos e os melhores alimentos para os corais dependem do tipo de coral que você tem no seu aquário, e da sua disponibilidade e preferência. De modo geral, os corais se alimentam de plâncton, que é composto por organismos microscópicos que flutuam na água. O plâncton
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WAGNER SANCHES
23 de fev. de 2024
In Fórum de pets
Olá, pessoal. Sou um aquarista marinho apaixonado pelos corais, esses animais incríveis que formam os recifes de coral, os ecossistemas mais ricos e diversificados do planeta. Hoje eu quero compartilhar com vocês algumas informações e experiências sobre um dos fatores mais importantes para o sucesso no cultivo de corais: a iluminação. A iluminação é essencial para os corais, pois influencia na fotossíntese das zooxantelas, que são algas simbióticas que vivem dentro dos tecidos dos corais e fornecem nutrientes e oxigênio para eles. Além disso, a iluminação também realça as cores e a beleza dos corais, que podem variar do roxo ao laranja, passando pelo azul, verde, vermelho e rosa. Mas qual é a melhor iluminação para os aquários de corais marinhos? Existem vários tipos de luminárias disponíveis no mercado, mas as mais usadas são as HQI, as T5 e as LED. Cada uma delas tem suas vantagens e desvantagens, e a escolha depende de alguns fatores, como o tamanho do aquário, a profundidade da água, a densidade dos corais, a preferência dos corais por luz e o custo-benefício. Vamos ver as características de cada uma delas: Luminárias HQI (Halogeneto Metálico) As luminárias HQI são um sistema de alta intensidade, que produzem uma luz branca e azul fria, que varia de 10.000k a 20.000k. As luminárias HQI são ideais para aquários com mais de 60 centímetros de altura, pois conseguem penetrar até o fundo do aquário e iluminar os corais que estão mais distantes da superfície. As luminárias HQI também são capazes de simular o efeito shimmer, que é o reflexo da luz na água, criando um aspecto natural e encantador. As vantagens das luminárias HQI são: • Produzem uma iluminação forte e uniforme, que favorece o crescimento e a cor dos corais, especialmente os SPS (Small Polyp Stony), que preferem uma iluminação mais forte do que os LPS (Large Polyp Stony). • Possuem um ótimo espectro, que reproduz as condições naturais dos recifes de coral. • São fáceis de instalar e manter, bastando trocar as lâmpadas a cada 12 meses. As desvantagens das luminárias HQI são: • Consomem muita energia elétrica, o que aumenta o custo operacional do aquário. • Geram muito calor, o que pode elevar a temperatura da água acima do ideal, que é entre 24°C e 28°C. Por isso, é necessário usar um termostato e um ventilador para controlar a temperatura e evitar o superaquecimento do aquário. • São mais caras do que as outras luminárias, tanto na compra quanto na reposição das lâmpadas. Luminárias T5 As luminárias T5 são tubos fluorescentes finos e compridos, que produzem uma luz branca e azul fria, que varia de 10.000k a 20.000k. As luminárias T5 são adequadas para aquários com até 60 centímetros de altura, pois têm uma penetração média na água e iluminam os corais que estão mais próximos da superfície. As luminárias T5 também permitem uma combinação de cores, que pode criar efeitos visuais interessantes. As vantagens das luminárias T5 são: • Consomem menos energia elétrica do que as HQI, o que reduz o custo operacional do aquário. • Geram menos calor do que as HQI, o que facilita o controle da temperatura da água. • São mais baratas do que as HQI, tanto na compra quanto na reposição dos tubos. As desvantagens das luminárias T5 são: • Produzem uma iluminação mais fraca e menos uniforme do que as HQI, o que pode limitar o crescimento e a cor dos corais, especialmente os SPS, que precisam de mais luz do que os LPS. • Possuem um espectro mais limitado do que as HQI, o que pode não reproduzir as condições naturais dos recifes de coral. • São mais difíceis de instalar e manter, pois exigem um reator e um refletor para cada tubo, e devem ser trocados a cada 6 meses. Luminárias LED (Light Emitting Diode) As luminárias LED são pequenos diodos emissores de luz, que produzem uma luz branca e azul fria, que varia de 10.000k a 20.000k. As luminárias LED são adaptáveis para qualquer tamanho de aquário, pois têm uma penetração alta na água e iluminam os corais em qualquer profundidade. As luminárias LED também oferecem uma variedade de cores, que podem ser controladas por um aplicativo no celular ou no computador, permitindo simular o amanhecer e o anoitecer, e até mesmo mudanças climáticas. As vantagens das luminárias LED são: • Consomem muito menos energia elétrica do que as HQI e as T5, o que diminui o custo operacional do aquário. • Geram muito pouco calor, o que mantém a temperatura da água estável. • São mais duráveis do que as HQI e as T5, pois podem durar até 10 anos sem precisar de troca. • São mais modernas e sofisticadas do que as HQI e as T5, pois permitem uma personalização da iluminação de acordo com a preferência do aquarista. As desvantagens das luminárias LED são: • São mais caras do que as HQI e as T5, tanto na compra quanto na manutenção. • Podem causar um efeito de sombra nos corais, devido à sua direcionalidade, o que pode prejudicar a fotossíntese das zooxantelas. • Podem causar um estresse nos corais, se a iluminação for muito forte ou muito fraca, ou se a mudança de cor for muito rápida ou muito frequente. Conclusão Como podemos ver, não existe uma resposta definitiva para qual é a melhor iluminação para os aquários de corais marinhos. Cada tipo de luminária tem seus prós e contras, e a escolha depende de vários fatores, como o tamanho do aquário, a profundidade da água, a densidade dos corais, a preferência dos corais por luz e o custo-benefício. O ideal é pesquisar bem antes de comprar uma luminária, e testar diferentes configurações até encontrar a que melhor se adapta ao seu aquário e aos seus corais. Lembre-se também de que a iluminação não é o único fator que influencia na saúde e na beleza dos corais, mas também a qualidade da água, a circulação, a alimentação, a compatibilidade e a prevenção de doenças. Por isso, é importante cuidar de todos os aspectos do seu aquário, e assim você poderá desfrutar de um pedaço do oceano na sua casa.
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WAGNER SANCHES
23 de fev. de 2024
In Fórum de pets
Se você é um apaixonado por aquarismo marinho e quer cultivar corais acroporas, que são os reis dos recifes, você precisa saber escolher a melhor luminária para o seu aquário. A iluminação é um fator essencial para o desenvolvimento e a saúde dos corais, pois influencia na fotossíntese das zooxantelas, que são as algas simbióticas que vivem dentro dos tecidos dos corais e fornecem nutrientes e oxigênio para eles. Além disso, a iluminação também realça as cores e a beleza dos corais, que podem variar do roxo ao laranja, passando pelo azul, verde, vermelho e rosa. Entre os vários tipos de luminárias disponíveis no mercado, as luminárias HQI (Halogeneto Metálico) se destacam por serem um sistema de alta intensidade, que produzem uma luz branca e azul fria, que varia de 10.000k a 20.000k. As luminárias HQI são ideais para aquários com mais de 60 centímetros de altura, pois conseguem penetrar até o fundo do aquário e iluminar os corais que estão mais distantes da superfície. As luminárias HQI também são capazes de simular o efeito shimmer, que é o reflexo da luz na água, criando um aspecto natural e encantador. Mas como escolher a melhor potência das luminárias HQI para os corais acroporas? A potência das luminárias HQI é medida em watts (W) e depende de alguns fatores, como o tamanho do aquário, a profundidade da água, a densidade dos corais e a preferência dos corais por luz. De modo geral, recomenda-se uma potência de 1 a 2 W por litro de água para aquários de corais. No entanto, os corais acroporas são considerados corais de pólipos pequenos (SPS), que preferem uma iluminação mais forte do que os corais de pólipos grandes (LPS). Por isso, para os corais acroporas, sugere-se uma potência de 2 a 4 W por litro de água, ou seja, o dobro da potência recomendada para os corais em geral. Por exemplo, se você tem um aquário de 200 litros, com 50 centímetros de altura, e quer cultivar corais acroporas, você pode usar uma luminária HQI de 400 W a 800 W, distribuída em duas ou quatro lâmpadas de 250 W cada. Assim, você garante uma iluminação adequada e uniforme para os seus corais, que vão crescer saudáveis e coloridos. Mas lembre-se: a potência das luminárias HQI também influencia na temperatura da água, que deve ser mantida entre 24°C e 28°C. Por isso, é importante usar um termostato e um ventilador/chiller para controlar a temperatura e evitar o superaquecimento do aquário. As luminárias HQI são uma ótima opção para quem quer cultivar corais acroporas, que são os corais mais icônicos e desejados pelos aquaristas marinhos. Com uma iluminação de alta intensidade, você pode reproduzir as condições naturais dos recifes de coral e proporcionar um ambiente ideal para os seus corais. Mas para escolher a melhor potência das luminárias HQI, você precisa levar em conta alguns fatores, como o tamanho do aquário, a profundidade da água, a densidade dos corais e a preferência dos corais por luz. Assim, você pode garantir uma iluminação adequada e uniforme para os seus corais, que vão crescer saudáveis e coloridos.
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WAGNER SANCHES
12 de jul. de 2023
In Fórum de pets
  PRÉ-LAVAGEM e PÓS-LAVAGEM:!! Certifique-se de pré-lavar os corais antes de mergulhar.. e depois lave-os novamente antes de retornar ao tanque. A direção para isso está abaixo em um blog separado. Descobrimos que isso ajuda a limpar melhor os corais. https://kungfucorals.com/blogs/news/pre-wash-and-post-wash-with-hydrogen-peroxide    Recipiente: balde de 18 litros Equipamento:  aquecedor e algum tipo de filtro de esponja pequena Receita:  500mg Amoxicilina 500mg Ciprofloxacina 10 colheres niveladas de Chemiclean   40 gotas - Solução de Brightwell Lugol 4 Capful - Brightwell Restor (tamanho da tampa do frasco de 500ml) Duração do mergulho: 2-6  horas NOTA: Temos corais de mergulho por até 48 horas como teste e não houve efeito negativo Euphyllia que mergulhamos.   Instruções: Adicione o medicamento seco (amoxicilina, Cipro, chemiclean) Adicione 4 galões de água do tanque Defina o aquecedor para 74 graus.  Deixe a mistura correr com o filtro de esponja ou qualquer filtro de tanque por uns 10 minutos. Isso é para ajudar a coletar detritos e adicionar fluxo ao mergulho. Adicionar Lugol Adicionar Restaurador Pré-lave os corais em uma lavagem de peróxido de hidrogênio diluído. Veja: https://kungfucorals.com/blogs/news/pre-wash-and-post-wash-with-hydrogen-peroxide Após o mergulho, faça novamente uma pós-lavagem com peróxido de hidrogênio diluído antes de retornar ao tanque.  
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WAGNER SANCHES
11 de jul. de 2023
In Fórum de pets
As algas podem ser um desafio comum em aquários marinhos. A prevenção e o controle eficazes das algas envolvem uma combinação de várias medidas, dependendo do tipo específico de alga presente no aquário. Aqui estão algumas estratégias gerais para evitar e eliminar diferentes tipos de algas em um aquário marinho: Algas verdes: Controle da iluminação: Ajuste a intensidade e a duração da iluminação no aquário. Reduza o tempo de exposição à luz e diminua a intensidade se as algas verdes estiverem proliferando. Controle dos nutrientes: Monitore e controle os níveis de nitrato e fosfato na água do aquário, pois altas concentrações desses nutrientes podem promover o crescimento excessivo de algas. Realize trocas parciais de água regularmente para remover esses nutrientes. Introdução de herbívoros: Adicione peixes ou invertebrados herbívoros, como ouriços-do-mar, caracóis, ermitões ou peixes-donzela, que se alimentam de algas verdes. Uso de resinas ou mídias absorventes: Considere o uso de resinas ou mídias absorventes, como resina de troca iônica ou mídia de fosfato, para remover os nutrientes indesejados da água. Algas diatomáceas: Controle da iluminação: Ajuste a intensidade e a duração da iluminação no aquário, reduzindo-a temporariamente para diminuir o crescimento das diatomáceas. Controle dos nutrientes: Verifique e ajuste os níveis de silicato na água, pois as diatomáceas se alimentam desse nutriente. Use um removedor de silicato ou considere o uso de água de reposição com baixos níveis de silicato. Limpeza física: Remova manualmente as diatomáceas com uma escova ou pano adequado para aquários. Realize limpezas regulares do substrato e decorações para remover os depósitos de diatomáceas. Algas filamentosas: Controle dos nutrientes: Monitore e controle os níveis de nitrato e fosfato na água do aquário, pois altas concentrações podem promover o crescimento de algas filamentosas. Realize trocas parciais de água para diluir os nutrientes e utilize mídias absorventes para remover esses nutrientes. Aumento da circulação da água: Melhore a circulação da água no aquário para evitar que as algas filamentosas se estabeleçam e cresçam em áreas com baixa circulação. Introdução de herbívoros: Adicione peixes ou invertebrados herbívoros, como peixes-palhaço, camarões limpadores ou caracóis astróceas, que se alimentam de algas filamentosas. Limpeza física: Remova manualmente as algas filamentosas utilizando uma escova adequada ou enrolando-as em um bastão de alimentação. 4. As algas Valonia, também conhecidas como "bubble algae" ou "green bubble algae", são uma forma comum de alga que pode aparecer em aquários marinhos. Aqui estão algumas estratégias para controlar e eliminar as algas Valonia: Remoção manual: A remoção manual é uma maneira eficaz de controlar as algas Valonia. Você pode retirá-las cuidadosamente do aquário, usando uma pinça ou um instrumento adequado. Certifique-se de remover a alga inteira, incluindo as bolhas, para evitar que se reproduza. Controle dos nutrientes: Assim como outras algas, as algas Valonia se beneficiam de altos níveis de nutrientes, como nitrato e fosfato. Monitore e controle esses níveis na água do aquário, realizando trocas parciais de água regularmente e usando mídias absorventes para remover os nutrientes em excesso. Herbívoros: Alguns herbívoros marinhos, como peixes-palhaço, ouriços-do-mar e caracóis astróceas, podem se alimentar das algas Valonia. Considere adicionar esses animais ao seu aquário para ajudar a controlar o crescimento das algas. Iluminação e fluxo de água: Ajuste a iluminação e o fluxo de água no aquário para limitar o crescimento das algas Valonia. Reduza a intensidade da luz e aumente o fluxo de água nas áreas onde as algas estão presentes. Prevenção: Evite a introdução de algas Valonia em seu aquário. Inspeccione cuidadosamente qualquer nova adição ao aquário, como corais, rochas ou decorações, para garantir que não haja algas Valonia presentes. Manutenção regular: Realize uma manutenção regular do aquário, incluindo limpeza de equipamentos, trocas parciais de água, remoção de detritos e monitoramento dos parâmetros da água. Isso ajudará a manter um ambiente desfavorável ao crescimento das algas Valonia. Lembre-se de que a persistência e a consistência são importantes no controle das algas Valonia. Continue monitorando e tomando medidas preventivas para evitar o crescimento excessivo dessas algas em seu aquário marinho. 5. As algas ciano, também conhecidas como cianobactérias ou "blue-green algae", são uma forma de bactéria que pode formar uma camada viscosa e azul-esverdeada em aquários marinhos. Aqui estão algumas estratégias para controlar e eliminar as algas ciano: Melhoria da qualidade da água: As algas ciano geralmente se desenvolvem em ambientes com baixa qualidade da água. Certifique-se de manter os parâmetros da água adequados, como níveis de nitrato e fosfato controlados, alcalinidade estável e salinidade adequada. Realize trocas parciais de água regularmente para diluir os nutrientes acumulados e remova detritos. Aumento da circulação da água: As algas ciano podem se proliferar em áreas com baixa circulação de água. Certifique-se de ter uma boa circulação no aquário, com a utilização de bombas de água e direcionadores para evitar áreas de estagnação. Redução da iluminação: As algas ciano podem se beneficiar de uma intensidade de luz alta. Reduza a duração da iluminação diária e/ou diminua a intensidade da luz para limitar o crescimento das algas. Sucção e escovação manual: Realize a sucção ou escovação manual para remover as algas ciano. Use uma mangueira de sifonamento para remover as camadas viscosas ou utilize uma escova de cerdas macias para escovar as áreas afetadas. Uso de aditivos químicos: Em casos mais persistentes, é possível utilizar aditivos químicos específicos para o controle de algas ciano. Consulte um especialista ou lojista de aquários marinhos para obter recomendações sobre produtos adequados e siga as instruções de uso com cuidado. Manutenção regular: Realize uma manutenção regular do aquário, removendo detritos, limpando equipamentos e monitorando os parâmetros da água. Isso ajudará a prevenir o crescimento excessivo de algas ciano. É importante lembrar que a eliminação das algas ciano pode levar tempo e esforço contínuos. Se necessário, consulte um especialista em aquarismo marinho para obter orientações mais específicas e personalizadas para o seu aquário. Lembrando que cada aquário é único e pode exigir ajustes específicos. A identificação correta do tipo de alga e a compreensão das necessidades do seu aquário são fundamentais para escolher as medidas de controle adequadas. Mantenha práticas regulares de manutenção, como limpeza de equipamentos, trocas parciais de água e monitoramento dos parâmetros da água, para evitar problemas com algas em seu aquário marinho.
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WAGNER SANCHES
09 de jul. de 2023
In Fórum de pets
As trocas parciais de água (TPAs) são uma prática comum e recomendada na manutenção de aquários marinhos. As TPAs envolvem a remoção de uma porção da água do aquário e sua substituição por água fresca e tratada. Essa prática traz vários benefícios para o sistema aquático. Aqui estão algumas razões pelas quais as TPAs são importantes em um aquário marinho: Remoção de resíduos: As TPAs ajudam a remover os resíduos orgânicos acumulados, como detritos de alimentos, fezes de peixes e outros resíduos biológicos. Isso ajuda a manter a qualidade da água, evitando o acúmulo de substâncias prejudiciais que podem afetar negativamente a saúde dos peixes e corais. Controle de nutrientes: As TPAs auxiliam no controle dos níveis de nutrientes, como nitratos e fosfatos, que podem promover o crescimento excessivo de algas indesejáveis. Ao remover parte da água contendo esses nutrientes e substituí-la por água fresca, você ajuda a reduzir a concentração desses compostos indesejáveis. Reposição de elementos traço: As TPAs permitem a reposição de elementos traço essenciais, que podem ser consumidos ao longo do tempo. Elementos como iodo, estrôncio e molibdênio são importantes para a saúde dos corais e outros organismos marinhos. Ao realizar TPAs com uma água de reposição adequada, você fornece esses elementos vitais para o aquário. Estabilidade dos parâmetros: As TPAs ajudam a manter a estabilidade dos parâmetros da água, como pH, alcalinidade e salinidade. A adição de água fresca ajuda a diluir quaisquer flutuações indesejáveis e mantém um ambiente mais estável e saudável para os habitantes do aquário. Em resumo, as TPAs são uma prática importante para manter a saúde e a estabilidade de um aquário marinho. Recomenda-se realizar trocas parciais regulares de água, geralmente entre 10% e 20% do volume total do aquário, a cada duas a quatro semanas, dependendo das necessidades do sistema. Certifique-se de usar água tratada e compatível com aquários marinhos para realizar as TPAs e observe os parâmetros da água regularmente para garantir que estejam dentro dos intervalos adequados.
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WAGNER SANCHES
09 de jul. de 2023
In Fórum de pets
Tanto o reator de cálcio quanto o método de dosagem conhecido como "balling" podem ser eficazes para manter os níveis de cálcio e alcalinidade necessários para o crescimento saudável de Acroporas e outros corais. O reator de cálcio é uma opção popular para aumentar os níveis de cálcio e alcalinidade no aquário marinho. Ele dissolverá o carbonato de cálcio, fornecendo uma fonte direta de cálcio e alcalinidade para o sistema. A água enriquecida com cálcio e alcalinidade é então devolvida ao aquário, fornecendo aos corais os elementos necessários para o crescimento. Por outro lado, o método do "balling" envolve a dosagem de soluções químicas comercialmente disponíveis para aumentar os níveis de cálcio, alcalinidade e magnésio no aquário. Essas soluções são dosadas regularmente em quantidades específicas de acordo com as necessidades do sistema. O método do "balling" permite um controle mais preciso dos níveis de nutrientes e é frequentemente usado por aquaristas avançados que desejam ajustar os parâmetros do aquário de forma mais personalizada. Ambos os métodos têm suas vantagens e desvantagens. O reator de cálcio é geralmente mais simples de configurar e requer menos manutenção contínua. No entanto, ele pode ser menos preciso em termos de ajuste fino dos parâmetros. O método do "balling" permite um controle mais preciso, mas exige uma dose cuidadosa e monitoramento regular dos níveis de nutrientes. A escolha entre esses métodos dependerá de suas preferências pessoais, níveis de experiência e objetivos específicos para o seu aquário marinho. Independentemente do método escolhido, é importante monitorar regularmente os níveis de cálcio, alcalinidade e outros parâmetros da água para garantir que estejam dentro dos intervalos adequados para o crescimento saudável das Acroporas e outros corais.
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WAGNER SANCHES
09 de jul. de 2023
In Fórum de pets
Um reator de cálcio é um dispositivo utilizado em aquários marinhos para auxiliar no controle dos níveis de cálcio e alcalinidade na água. O cálcio e a alcalinidade são componentes essenciais para o crescimento e saúde dos corais e outros organismos marinhos. O funcionamento básico de um reator de cálcio envolve a passagem de água através de um recipiente ou câmara onde ocorre a dissolução do carbonato de cálcio (geralmente em forma de cascalho de coral ou mídia especializada) em água. A água do aquário é bombeada para o reator, onde entra em contato com a mídia de cálcio. A água é agitada e a mídia é mantida em suspensão para maximizar a área de superfície e promover uma dissolução eficiente. A medida que a água passa pela mídia de cálcio, ocorre a liberação de íons de cálcio e carbonato na água. Esses íons aumentam os níveis de cálcio e alcalinidade da água do aquário. Após a dissolução do carbonato de cálcio, a água enriquecida com cálcio retorna para o aquário, onde é absorvida pelos organismos marinhos, como corais, que utilizam o cálcio para construir seus esqueletos e estruturas. A adição de cálcio e alcalinidade é essencial para manter o crescimento adequado dos corais e prevenir problemas como a deterioração do esqueleto coralino. É importante monitorar regularmente os níveis de cálcio e alcalinidade no aquário para garantir que estejam dentro da faixa ideal para os organismos marinhos. Um reator de cálcio pode ser uma ferramenta eficaz para manter esses parâmetros em equilíbrio, juntamente com outras práticas de manutenção adequada do aquário, como trocas regulares de água e suplementação de elementos traço.
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WAGNER SANCHES
09 de jul. de 2023
In Fórum de pets
As Acroporas são corais do gênero Acropora e fazem parte da família Acroporidae. Elas são conhecidas por serem corais construtores de recifes e têm uma taxa de crescimento rápida. A alimentação das Acroporas é um assunto bastante discutido entre os aquaristas de corais, pois esses corais são principalmente nutridos através da simbiose com as zooxantelas, algas unicelulares que vivem em seus tecidos e fornecem a eles a maior parte de seus nutrientes. No entanto, existem algumas práticas que podem ajudar a promover o crescimento e a saúde das Acroporas: Iluminação adequada: As Acroporas exigem uma iluminação intensa para sustentar a fotossíntese das zooxantelas. Certifique-se de fornecer uma iluminação de alta qualidade, como luzes LED específicas para corais, ajustando a intensidade e o espectro de luz de acordo com as necessidades do coral. Fluxo de água adequado: As Acroporas também precisam de um fluxo de água forte e direcionado para ajudar a remover detritos e promover a troca de nutrientes. Certifique-se de que a circulação da água no aquário seja adequada, com a criação de correntes que alcancem todos os lados do coral. Alimentação complementar: Embora as Acroporas dependam principalmente da fotossíntese para obter seus nutrientes, alguns aquaristas optam por fornecer alimentos complementares. Você pode alimentar suas Acroporas ocasionalmente com alimentos específicos para corais, como plâncton, zooplâncton, fitoplâncton ou alimentos líquidos projetados para corais. No entanto, lembre-se de que a alimentação complementar é opcional e as Acroporas podem se beneficiar principalmente da simbiose com as zooxantelas. Quanto à frequência de alimentação, ela pode variar de acordo com a disponibilidade de luz, a qualidade da água e a saúde geral dos corais. Alguns aquaristas alimentam seus corais Acroporas uma vez por semana, enquanto outros podem fornecer alimentação suplementar algumas vezes por semana. Observe a resposta dos corais ao alimento e ajuste a frequência de acordo. É importante ressaltar que cuidar de corais Acroporas requer conhecimento e experiência avançados em aquarismo de corais. Certifique-se de realizar pesquisas adicionais, consultar especialistas em aquarismo de corais e manter a qualidade da água dentro dos parâmetros ideais para o sucesso no cultivo de Acroporas.
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WAGNER SANCHES
09 de jul. de 2023
In Fórum de pets
A presença de pragas nos corais pode ser prejudicial à saúde e ao crescimento desses organismos. É importante identificar e remover as pragas o mais rápido possível para evitar danos maiores. Aqui estão algumas medidas que podem ser tomadas para remover pragas dos corais: Identificação da praga: Observe cuidadosamente os corais em busca de sinais de pragas, como manchas, crescimentos anormais, pontos brancos ou mudanças no comportamento dos corais. Pesquise e procure informações sobre as pragas comuns que afetam os corais, como ácaros, nudibrânquios, vermes planárias, aiptasias, entre outros. Isolamento e remoção manual: Se a praga for visível e não afetar toda a colônia de coral, tente remover manualmente usando pinças ou escovas macias. Tenha cuidado para não danificar os corais durante o processo de remoção. Introdução de predadores naturais: Em alguns casos, é possível introduzir predadores naturais das pragas para controlar sua população. Por exemplo, certos peixes, como wrasses e caranguejos-ermitões, são conhecidos por se alimentarem de certas pragas de corais. No entanto, é importante pesquisar sobre a compatibilidade desses predadores com seu aquário e garantir que eles não causem danos aos corais saudáveis. Tratamentos químicos específicos: Alguns tipos de pragas podem ser tratados com produtos químicos específicos, como soluções de água salgada, iodo, ou produtos comerciais projetados para eliminar pragas de corais. Antes de usar qualquer tratamento químico, é essencial ler e seguir rigorosamente as instruções do fabricante. Tome cuidado para não expor os corais a substâncias tóxicas em excesso. Remoção do coral afetado: Em casos extremos, quando a praga se espalhou e não é possível controlar ou remover seletivamente, pode ser necessário remover o coral afetado do aquário para proteger os demais corais. Ao remover o coral afetado, certifique-se de descartá-lo corretamente para evitar a disseminação das pragas para outros ambientes marinhos. É importante ressaltar que a prevenção é a chave para evitar infestações de pragas nos corais. Mantenha um ambiente saudável no aquário, com bons parâmetros de água, alimentação adequada e monitoramento regular. Além disso, é recomendável adquirir corais de fontes confiáveis e realizar uma quarentena antes de introduzi-los no aquário principal, para evitar a introdução de pragas indesejadas.
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WAGNER SANCHES
08 de jul. de 2023
In Fórum de pets
Existem várias técnicas de propagação e fragmentação de corais que podem ser utilizadas para multiplicar e expandir a população de corais em um aquário marinho. A seguir, descreverei algumas das técnicas mais comuns: Fragmentação de Estacas ou Corte: Nesta técnica, o coral é cortado em pedaços menores, geralmente usando uma serra de diamante, tesouras ou facas especializadas. Cada fragmento resultante deve ter pelo menos uma pequena porção de tecido coralino saudável para permitir a regeneração. Os fragmentos são então fixados em plugs de coral ou pedaços de rocha adequados usando cola para corais. Essa técnica é frequentemente usada para corais de crescimento rápido, como Montiporas, Stylophoras e Pocilloporas. Propagação por Divisão: Essa técnica envolve a divisão de colônias de coral em seções menores. A colônia de coral é removida do substrato ou rocha em que está fixada. Com cuidado, a colônia é dividida em duas ou mais partes, geralmente usando uma serra de diamante ou ferramenta similar. Cada seção é fixada em plugs de coral ou pedaços de rocha, permitindo que regenerem e cresçam como mudas independentes. Essa técnica é frequentemente usada para corais de crescimento lento, como corais cerebrais (Favias, Lobophyllias) e corais folhosos (Gonioporas, Euphyllias). Propagação por Fragmentação Natural: Algumas espécies de corais têm a capacidade de se fragmentar naturalmente. Em vez de cortar manualmente o coral, você pode permitir que ele se divida naturalmente em pequenos fragmentos. Coloque o coral em uma área com espaço adequado para que os fragmentos se separem e fixem-se em plugs de coral ou pedaços de rocha. Essa técnica é mais adequada para corais como Acroporas, que são conhecidos por sua capacidade de fragmentação natural. Enxertia: A enxertia de corais envolve a união de dois fragmentos de coral diferentes para criar um novo coral híbrido. Os fragmentos de coral são cuidadosamente cortados e unidos, permitindo que cresçam juntos e se fundam. Essa técnica requer habilidades mais avançadas e é frequentemente usada por aquaristas experientes que desejam criar novas variedades e cores de corais. É importante lembrar que cada técnica requer cuidado e prática. É recomendável pesquisar e obter informações específicas sobre a espécie de coral que você pretende propagar, pois diferentes corais podem responder de maneira diferente às técnicas de propagação. Além disso, mantenha a higiene adequada dos equipamentos e siga todas as práticas éticas e sustentáveis ao realizar a propagação de corais.
Técnicas de propagação e fragmentação. content media
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WAGNER SANCHES
08 de jul. de 2023
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Para fazer mudas de corais, é importante ter em mente que a propagação de corais requer habilidades e conhecimentos específicos. É um processo delicado que deve ser realizado com cuidado para garantir o sucesso e a saúde dos corais. A seguir, descreverei um método comum de propagação de corais conhecido como fragmentação. Preparação: Antes de começar, reúna todo o equipamento necessário, incluindo luvas, tesouras esterilizadas, cola para corais, plugs ou pedaços de rocha adequados para fixação das mudas, água do aquário marinho e recipientes adicionais para acomodar as mudas. Seleção do Coral: Escolha um coral saudável e robusto para fazer as mudas. Certifique-se de que o coral esteja em bom estado de saúde, sem sinais de doença, branqueamento ou danos significativos. Preparação do Coral: Desligue as bombas de circulação para reduzir o fluxo de água em torno do coral selecionado. Isso facilitará o manuseio e minimizará os danos aos tecidos do coral durante o processo de fragmentação. Com cuidado, remova o coral do substrato ou rocha em que está fixado. Certifique-se de não danificar os tecidos do coral durante esse processo. Fragmentação: Com a tesoura esterilizada, corte cuidadosamente uma parte do coral. Você pode optar por fazer um corte em formato de disco, removendo uma seção completa, ou fazer vários cortes menores em diferentes partes do coral. Certifique-se de que cada fragmento possua pelo menos um pequeno pedaço de tecido coralino saudável, pois é a partir dessa porção que a muda se regenerará. Colocação das Mudas: Em seguida, pegue cada fragmento de coral e fixe-o em um plug de coral ou em um pedaço de rocha adequado, usando a cola para corais. Siga as instruções do fabricante da cola e certifique-se de que a fixação esteja firme e segura. Posicione as mudas em um recipiente separado com água do aquário marinho, garantindo que cada muda esteja adequadamente espaçada para permitir o crescimento sem competição. Manutenção: Retome o fluxo de água normal no aquário principal. Coloque o recipiente com as mudas em um local com iluminação adequada e fluxo de água moderado. Monitore regularmente as mudas para garantir que estejam se fixando corretamente e mostrando sinais de regeneração e crescimento. Lembre-se de que a propagação de corais requer prática e experiência. É importante seguir os procedimentos corretos de esterilização de equipamentos e manipulação cuidadosa dos corais para evitar danos e infecções. Além disso, pesquise sobre as necessidades específicas do coral que você está propagando, pois diferentes espécies podem ter requisitos diferentes para um crescimento saudável. Importante: A coleta e a propagação de corais devem ser realizadas de maneira sustentável, seguindo todas as leis e regulamentações locais. Certifique-se de que você esteja agindo de acordo com as normas éticas e ambientais, evitando causar danos aos ecossistemas marinhos.
Como fazer mudas dos seus corais content media
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WAGNER SANCHES
08 de jul. de 2023
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Um aquário marinho com Acroporas e outros corais SPS (Small Polyped Stony) pode ser uma maravilha para os olhos, criando um ecossistema vivo e colorido em sua casa. No entanto, a manutenção desses corais requer cuidados específicos para garantir sua saúde e crescimento. Neste guia, oferecemos dicas essenciais para ajudá-lo a manter um aquário marinho bem-sucedido, focado nas Acroporas e outros corais SPS. Qualidade da Água: A qualidade da água é fundamental para o sucesso do seu aquário marinho. Mantenha os seguintes parâmetros dentro dos intervalos adequados: Temperatura: 24-26°C. Salinidade: 1.025 (densidade de 35 ppt). pH: 8,1-8,4. Alcalinidade: 8-12 dKH. Cálcio: 380-450 ppm. Magnésio: 1.200-1.400 ppm. Nitrato: < 5 ppm. Fosfato: < 0,03 ppm. Iluminação Adequada: As Acroporas e outros corais SPS requerem iluminação intensa para realizar a fotossíntese de maneira eficiente. Utilize lâmpadas de LED específicas para corais ou outros sistemas de iluminação de alta qualidade. Ajuste a intensidade e o espectro de luz de acordo com as necessidades dos corais em seu aquário. Fluxo de Água: Corais SPS, como as Acroporas, preferem um fluxo de água moderado a forte. Posicione as bombas de circulação estrategicamente para criar um fluxo de água adequado em todo o aquário. Isso ajudará a remover detritos, manter a água bem oxigenada e fornecer nutrientes aos corais. Suplementação Nutricional: Além da fotossíntese, as Acroporas e outros corais SPS podem se beneficiar de suplementos alimentares específicos para corais. Adicione regularmente aminoácidos, zooplâncton e outros alimentos projetados para corais SPS ao seu aquário. Siga as instruções do fabricante e evite alimentar em excesso para evitar a sobrecarga de nutrientes. Manutenção Regular: Realize trocas parciais de água regularmente (10-20% a cada duas semanas) para manter a qualidade da água e remover acúmulos de nutrientes. Limpe os filtros, skimmers e outros equipamentos regularmente para garantir seu bom funcionamento. Monitore os parâmetros da água semanalmente para identificar quaisquer alterações. Verifique a temperatura, salinidade, pH, alcalinidade e níveis de nutrientes. Faça os ajustes necessários, se necessário. Espaço e Posicionamento: Dê espaço suficiente para o crescimento das Acroporas e outros corais SPS, pois eles tendem a crescer verticalmente e podem estender seus tecidos para os lados. Posicione os corais de forma a evitar o contato entre eles, pois isso pode causar danos ou competição por espaço e luz. A manutenção de um aquário marinho com Acroporas e outros corais SPS requer dedicação e cuidado, mas os resultados podem ser incrivelmente gratificantes. Ao seguir as dicas mencionadas neste guia, você estará no caminho certo para criar um ambiente saudável e vibrante para seus corais. Lembre-se de que cada aquário é único, e é importante observar os sinais que seus corais estão dando, ajustando as condições conforme necessário. Com paciência e atenção aos detalhes, você poderá desfrutar de um espetáculo marinho deslumbrante em seu próprio lar.
Manutenção de um Aquário Marinho com Acroporas e Corais SPS content media
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WAGNER SANCHES
31 de mar. de 2022
In Fórum de pets
by Editory on 2nd December 2016 in Corals & Invertebrates, Marine Acropora Corals are one of the primary reef builders in our world’s oceans and they are highly sought after by experienced reef tank hobbyists for their remarkable growth rates and intense colours. As hobbyists the first thing that comes to mind when thinking of SPS corals is Acroporas. Corals of this genus are without a doubt some of the most vibrantly colourful corals available for reef tanks today. They can be found in reds, blues, greens, purples, pinks, yellows, and many more, not to mention the variety of contrasting colors between established branches, growing tips, and even polyps. Acroporas also come in a variety of growth forms such as table, bottlebrush, stag horn, branching, bushy, and more. These two traits of colour and form give rise to an incredibly diverse group of corals at least in appearance. Fortunately, care requirements are similar for most members of the Genus. Almost all corals of the group are very easy to frag by removing a single branch and are fairly fast growing under ideal conditions, making them favourites for captive propagation and trading. The genus Acropora has close to 400 nominal species with nearly half that many described. The majority of these corals are found in Pacific reefs, but 3 species are found in the Atlantic. The most common name for Acropora corals is the popular “staghorn coral”. This is a branching form that fits many of the acropora species. There are many other forms that Acroporas take as well. Other forms are shaped like tables, plates, columns, ridges, bushes, fingers, or clustering corals. The table or tabletop Acroporas are some of the most elegant and sought after forms for very large aquariums. Yet they are also some of the most difficult Acroporas to keep. Acropora corals are the largest, most contributing coral for reef formations in the world. In fact, between the Acropora and Montipora corals, they make up one-third of all reef building coral species. In the wild they are the most tolerant of water temperatures, salinity changes, water movement, and lighting, but in captivity they can prove to be very difficult to keep. In the ocean, they are the first to arrive at a reef and spread quickly. Acropora species have been propagated in captivity, thus helping to conserve wild populations in the world’s reefs. Some of their growth forms have been included in common names such as staghorn coral, cat’s paw coral, bottlebrush coral, table coral, tabletop coral, and plate coral. Buying captive propagated Acropora Sp. also helps the aquarist. They are a bit hardier than their wild siblings, but they can still succumb to diseases typical to Acros. The polyps of most Acropora are small, so aquarists refer to them as small polyp stony corals, or SPS corals. Acropora Corals in the Aquarium Beautiful home reefs can be either a simple reef with hardier, less demanding species, or a more complex reef with higher maintenance specimens. Stony corals are more demanding and take a more dedicated effort. So keeping stony corals is itself a step beyond a simple or beginner reef. Due to the more stringent requirements, keeping Acropora corals is not recommended for beginners. They are the most sensitive corals when it comes to temperature changes; and they stress very easily if the light is too low, or the water movement is not sufficient. Even moving them around the tank can cause them to stress and die. The Acropora coral likes medium to strong water movement, and prefers a turbulent flow. It requires strong light from VHO or metal halide. It is vital that their requirements are met along with maintenance of calcium, strontium and trace elements. It takes about 5 to 6 months for Acropora species to regain their normal growth rates after being added to an aquarium. At times a healthy system has an additional Acro added and all the others die from polyp bail out or what people refer to as RTD (rapid tissue degeneration) and a whole tank of acros can be wiped out within a matter of hours. They are unsure why this happens, but it would probably be a good idea to have all the Acros you are going to want, and put them together at once while they are still young. Brown, bottlebrush, and thin-branched Acropora are considered the most tolerant of aquarium conditions. Tabletop Acropora are the most difficult to keep in the home aquarium. The staghorn type, like Acropora formosa, are somewhere in between the two. Acropora need to be carefully acclimated to their new homes. They need to be placed in their permanent position within a tank after acclimation. Moving Acropora from place to place will stress them. Acroporas do best in a reef tank of 380 litres or larger, with some fish for organic matter production. Aquariums must be at least a year old, stable, and with very low nitrate levels. Provide high light levels (metal halides are suggested), a temperature range of 22.2 to 28°C, salinity (specific gravity) of 1.023-1.025, and a strong and surge-like water movement. They prefer a strong, random, mixing-type current, therefore a rotating powerhead or wavemaker setup is recommended. Tunze stream pumps, though they have a comparatively high initial purchase price, are popular with Acro keepers. Pristine water conditions must be maintained. Doing water changes of 10% every 2 weeks is needed, although it is suggested that doing 5% water changes once a week will bring about amazing results. Keep the nitrate levels low. Suggested levels for Acropora species are: Calcium: 400 to 450 ppm (closer to 450). If the Acro does not have enough calcium, it will not grow. There will be no tissue recession, but the polyps will be extended. Alkalinity: 3.2 TO 4.5 MEQ/L (8 to 10 dKh – 10 is recommended) Phosphates: 0, zero. Phosphates are the worst of all and all corals hate them. Magnesium: 1350-1500. Magnesium makes calcium available, so if your calcium is low, check your magnesium levels before adding any more calcium. Strontium: 10 See each individual coral for more information. Acropora Coral Feeding In the wild, Acropora corals have developed several feeding strategies to increase their survival in nutrient-poor waters. Acropora corals have a symbiotic relationship with a marine algae known as zooxanthellae, and they receive the majority of their nutrients from it. With zooxanthellae, many can subsist primarily on little more than sunlight, water, and oxygen. They have other feeding strategies as well, such as capturing planktonic organisms and ingesting microscopic food particles. This feeding is done at night, when the water moves, rising from the floor to the surface carrying particulate matter. They can also absorb dissolved organic matter, and the solitary bladder type corals can consume larger food particles. In captivity, feeding zooplankton once a week is the preferred choice. Copepods, Artemia, and nauplii are too large for them to ingest. But new forms of prey are being developed, such as invert larvae and new strains of rotifers. Many feel that Acros in captivity need to be in a tank that has dissolved or solid organic matter to survive and thrive. Without this, they may seem fine for a while, but over a few months, without any visible indication, they may end up dead because of starvation. Signs of lack of food would be no new growth, polyps extending and some tissue recession. Acropora Formosa Compatibility and Social Behaviors The Acropora corals are peaceful, but watch out for crabs. Many experienced aquarists do not believe any crab should be kept in a closed system with Acros. Crabs are opportunistic predators, with the exception some of the symbiotic crabs like commensal crabs, and gall crabs. Acroporas are best kept in a small polyp stony (SPS) tank with only other SPS corals. They can send out digestive strands called ‘acontia’ that are actually used to digest neighboring corals, so keep an eye out for any problems. The exception to this would be if your system has an incredible filtration system and the Acros are at least 10″ away from other corals such as zoanthids, large polyp stony (LPS) corals, and other invertebrates. Do not keep soft leather corals with your Acropora species as they are aggressive and release terpins that will eventually kill your expensive investment. Leather corals are dangerous to Acros, even in the best filtered aquariums. Some large polyp stony (LPS) corals can stretch out their tentacles and kill your Acros too, so caution is needed if you have a mixed reef. Acropora Coral Reproduction The Acropora Sp. are male and female and can reproduce both sexually and asexually. In the wild they reproduce sexually by releasing eggs and sperm at the same time, resulting in a fertilized egg, which then forms into a free-swimming planula larva. Eventually the planula larvae settles onto the substrate, becoming plankters. This then forms a tiny polyp, which begins to excrete calcium carbonate, and develops into a coral. Planula larvae are extremely vulnerable to predation, and very few survive. In the wild Acros reproduce asexually as well. The polyps at the tips of branching species secrete corallite around itself, forming longer branches. Acros also spread from breakage due to storms and fragmentation. Propagation is rather simple for Acropora corals. First you need to choose a healthy coral that is not showing any signs of distress. Then, simply cut a branch at least 5cm long and glue the frag to a plug or rock. You can use the 2-part epoxy or underwater putties. A little tip, don’t glue frags upright since they will grow faster on their sides. The slime that the coral will exude should not come in contact with any other corals and gloves are suggested. Give the frag ample water flow. Acropora corals can be maintained and grown well in marine aquariums. It is an important decision you need to make when you feel that you are ready and experienced enough to take them on. You may need to convert your tank and remove a lot of your old corals and restructure your live rock in order to accommodate your Acropora and their growth. It is the ultimate achievement in advanced marine reefkeeping when you can get Acropra coral to thrive in your aquarium and I must say it is well worth the effort! Skittles Acropora Granulosa The Kuhli Loach by Timothy Smith The Blind Cave Tetra – Astyanax mexicanum Tim Smith
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WAGNER SANCHES

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